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SCARCITY – LOOKING INSIDE OF OUR CULTURE OF NEVER ENOUGH

“Have we turned into a culture of self-absorbed, grandiose people who are only interested in power, success, beauty, and being special? If you’re like me, you’ve probably wincing a bit and thinking, YES. This is exactly the problem. Not with me, of course. But in general, this sounds about right!.The topic of narcissism has penetrated the social consciousness enough that most people correctly associate it with pattern of behaviors that include grandiosity, a pervasive need for admiration and a lack of empathy. We don’t fix by cutting people down to size and reminding folks of their inadequacies and smallness. Shame is  more likely to be the cause of these behaviors, not the cure.

When I look at narcissism  through the vulnerability lens, I see  the shame-based fear of being ordinary. I see the fear of never feeling extraordinary enough to be noticed, to be lovable, to belong, or to cultivate a sense of purpose. .. I can see how an d why more people are wrestling with how to believe they are enough. I see the cultural messaging everywhere that says that an ordinary life is meaningless life. And I see how kids that grow up on a steady diet of reality television, celebrity culture, and unsupervised social media can absorb this messaging and develop a completely skewed sense of the world. I’m only as good as the number of likes I get on Facebook or Instagram.

There’s a powerful cultural influence at play right now, and I think the fear of being ordinary is a part of it, but I also think it goes deeper than that.

Scarcity: The never-enough problem

-Never good enough

-Never perfect enough

-Never thin enough

-Never powerful enough…

We get scarcity because we live it.

For me and for many of us, our first waking thought of the day is “I didn’t get enough sleep”. The next one is “I don’t have enough time”. Whether true or not, that thought of not enough occurs to us automatically before we even think the question or examine it. We spend most of our hours hearing, explaining, complaining, worrying about what we don’t have enough of… This internal condition of scarcity, this mind-set of scarcity, lives at the very heart of our jealousies, our greed, our prejudice, and our arguments of life…

Scarcity is the “never enough” problem. Scarcity thrives in a culture where everyone is hyperware of lack. Everything from safety and love to money and resources feels restricted and lacking. We spend inordinate amounts of time calculating how much we have, want, don’t have and how much EVERYONE else has, needs and wants.

What makes this constant assessing and comparing so self-defeating is that we are often comparing our lives, our marriages, our families, and our communities to UNNATAINABLE, MEDIA-DRIVEN VISIONS OF PERFECTIONS, OR WE’RE HOLDING UP OUR REALITY AGAINST OUR OWN FICTIONAL ACCOUNT OF HOW GREAT SOMEONE HAS IT . Nostalgia is also a dangerous form of comparison. Think about how often we compare ourselves and our lives to a memory that nostalgia has so completely and edited that it never really existed: remember when? Those were the days…

The need to overcome this syndrome everyday.. because to grow a relationship, or raise a family etc. all in a way that is fundamentally opposite to the cultural norms driven by scarcity, it takes awareness, commitment and work… every single day. The larger culture is always applying pressure and unless we’re willing to push back and fight for what you believe in, the default becomes a state of scarcity.

The approach against living in scarcity is not abundant. Actually, I think that the abundance and scarcity are two sides of the same coin. When we leave aside the scarcity system we discover the surprising truth of sufficiency. And here I am not referring to a specific quantity of something, but real awareness of what we actually have. The opposite of scarcity is GRATITUDE… GRATITUDE of what we have, identifying the truth of sufficiency. It is not a matter of compliance, but to analyze the situation in a more rational and less emotional way. Instead of getting “caught” by the scarcity mentality, the truth of the sufficiency puts forth the following question: What is possible to do better with what we have?

The opposite of scarcity is ENOUGH, or what I call ALL wholehearted. The essence is vulnerability and dignity by facing uncertainty, exposure and emotional risks knowing that we ARE enough!” 🙂

Brene Brown

Traducao para Portugues 

ESCASSEZ – Olhando para dentro de nossa cultura “Nunca o Bastante”)

Será que nos transformamos em uma cultura de pessoas asorvidas na sua própria grandiososidade,  que estão interessadas ​​apenas no poder, sucesso, beleza, e em ser especial? Se você é como eu, você provavelmente já estremeceu um pouco e pensou, SIM. Este é exatamente o problema. Não comigo, é claro!! Mas, em geral, isso soa certo! O tema do narcisismo penetrou na consciência social o suficiente para que a maioria das pessoas conseguem associá-lo com uma forma de comportamentos que incluem grandiosidade, uma necessidade generalizada de admiração e falta de empatia. Nós não corrigirmos essa attitude simplesmente cortando as pessoas , ou colobando eslas para baixo e lembrando as pessoas de suas inadequações e pequenez. Vergonha é mais provável que seja a causa desses comportamentos e não a cura.

 Quando eu olho para o narcisismo através da lente da vulnerabilidade, vejo o medo baseado na vergonha de ser normal. Eu vejo o medo de nunca sentir –se extraordinário o suficiente para ser notado, para ser amado, de pertencer, ou  cultivar um senso de propósito/razao. ..

Eu vejo como e porque mais pessoas e mais pessoas estão lutando em como acreditar que eles são suficientes!!! Eu vejo a mensagem cultural em todos os lugares que diz que uma vida normal é uma vida sem sentido. E eu vejo como as crianças que crescem em uma dieta constante de reality shows, cultura da celebridade, e mídias sociais sem supervisão acabam absorvendo esta mensagem e desenvolvem um sentido completamente distorcida do mundo. Ex: Eu sou tão bom quanto o número de likes –curtir- eu recebo no Facebook ou Instagram.

Há uma ponderosa influência cultural em jogo agora, e eu acho que o medo de ser comum é parte dela, mas eu também acho que é mais profundo do que isso.

Escassez: O problema do nunca o suficiente!!

-Nunca bom o suficiente

-Nunca perfeito o suficiente

-Nunca magra o suficiente

-Nunca poderoso o suficiente …

Nós sentimos essa escassez porque vivemos isso o tempo todo.

Para mim e para muitos de nós, o nosso primeiro pensamento ao aocrdar de manha é: “Eu não dormi o suficiente.” O próximo é “eu não tenho tempo suficiente”. Seja verdade ou não, este pesnamento de não o suficiente nos ocorre automaticamente antes mesmo de pensarmos sobre a questão ou questiona-la. Passamos a maior parte de nossas horas ouvindo, explicando, queixando-se, se preocupando com o que não temos o suficiente … Essa condição interna de escassez, essa mentalidade de escassez, vive no coração dos nossos ciúmes, nossa ganância, nosso preconceito , e os nossos argumentos da vida …

O problem é a escassez do “nunca é suficiente” . Escassez aflora numa cultura onde todos são concetados nesse sistema da falta de…. Tudo, desde a segurança  amor , dinheiro á recursos nos sentimos restritos e carentes. Nós gastamos enormes quantidades de tempo tentando calcular o quanto temos, queremos, não temos e quanto todos as outra pessoas tem,  precisam e querem.)

O que torna esta constante avaliacao e comparacao tao  auto-destrutivo é que estamos muitas vezes comparando nossas vidas, nossos casamentos, nossas famílias com  inatingiveis  visões da midia, modos de perfeições que nao existem.., ou tentamos nos  asssegur com um sendo de realidade ficticio   totalmente fora da nossa  realidade  de quão grande ALGUÉM possui. Nostalgia é também uma forma perigosa de comparação. Pense em quantas vezes nós comparamos nós mesmos e nossas vidas a uma memória que a nostalgia  tão completamente editou diversas vezes e se voce analisar essa “realidade” nunca existiu: os famosos lembre-se quando? Aqueles eram os dias …

A necessidade de superar essa síndrome ‘e cotidiana .. porque crescer um relacionamento, ou construir uma família, etc de forma que é fundamentalmente oposta às nossas normas culturais impulsionadas pela escassez é dificil…por isso é preciso consciência, compromisso e trabalho … TODOS os dias. A cultura de massa, aplica enorme pressão sobre todos e a menos que estejamos disposto a nadar contra a maré e lutar por aquilo em que acreditamos, o “modelo padrão” imposto pela escassez acaba tomando conta de novo.

A abordagem contra a viver na escassez não é sobretudo a abundância. Na verdade, eu acho que a abundância e escassez são dois lados da mesma moeda.  Quando deixamos a escassez de lado descobrimos a surpreendente verdade da suficiência. E aqui não estou me referindo a uma quantidade de determinada coisa, mas real consciência do que se tem de fato. O oposto da escassez é GRATIDAO das coisas que se tem, identificando a verdade da suficiência. Não é uma questão de conformidade, mas sim de analisar a situação de forma mais racional e menos emocional. Existe espaco para aprimoramento. Mas ao invés de ficar “travado” pela mentalidade da escassez, a verdade da suficiência nos coloca diante da seguinte questão: O que é possível fazer de melhor com o que temos?

O oposto de escassez é O SUFICIENTE, ou o que eu chamo de TODO CORACAO. A essência é a vulnerabilidade e dignidade: enfrentar a incerteza, a exposição e os riscos emocionais  sabendo que SOMOS  o suficiente!

o segredo: Gratidao!

o segredo: Gratidao!

 

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